O Programa Catarinas por Elas levará palestras sobre prevenção à violência para seis escolas estaduais de Rio do Sul entre agosto e setembro. A nova etapa começa nesta quarta-feira (12), na Escola de Ensino Fundamental Luís Ledra.
O Núcleo de Enfrentamento às Violências e Apoio às Vítimas (Neavit) conduzirá as atividades. Além disso, o Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola (Nepre) participa da iniciativa.
Depois da Luís Ledra, o programa seguirá para a Escola de Educação Básica Professor Henrique da Silva Fontes (19). Na sequência, o CEJA receberá a atividade (26).
Em setembro, as palestras ocorrerão na Escola de Educação Básica Francisco Altamir Wagner (2) e na Escola de Educação Básica Paulo Cordeiro (9). Por fim, o ciclo terminará na Escola de Educação Básica Deputado João Custódio da Luz (16).
Durante os encontros, a equipe explicará como identificar sinais de violência e onde buscar ajuda. Além disso, os estudantes conhecerão o funcionamento do Neavit e os serviços disponíveis às vítimas.
As palestras também abordarão a Lei Maria da Penha, as relações saudáveis e a violência no namoro. Ao mesmo tempo, os profissionais apresentarão formas de violência física, psicológica, sexual, patrimonial, moral e vicária.
Outro tema será o ciclo da violência, que pode envolver fases repetidas de tensão, agressão e reconciliação. Dessa forma, o programa pretende fortalecer a autonomia dos adolescentes e estimular a busca por apoio.
Entre junho e julho, o Catarinas por Elas passou por outras quatro escolas estaduais de Rio do Sul. A primeira etapa envolveu estudantes das escolas Paulo Zimmermann, Willy Hering, Francisco Navarro Lins e Alfredo Dalfovo.
Segundo o Neavit, a participação dos adolescentes mostrou a importância de tratar o assunto no ambiente escolar. Por isso, a equipe também distribui materiais com informações sobre a rede de proteção e os canais de denúncia.
O Neavit atende vítimas de diferentes formas de violência e atua em parceria com instituições públicas e serviços municipais. Além disso, equipes de várias áreas oferecem acolhimento e orientação.
Em situações de violência doméstica, a população pode procurar a Ouvidoria do MPSC pelo telefone 127. Também estão disponíveis a Polícia Militar, pelo 190; a Polícia Civil, pelo 181; e a Central de Atendimento à Mulher, pelo 180.

